Atenta às demandas de sustentabilidade, a Panasonic tem incentivado o descarte correto junto aos varejistas, disponibilizando programas de logística reversa para pilhas. Em parceria com a empresa Green Eletron, a companhia instalou mais de 10 mil pontos de coleta em supermercados, atacadistas e outros estabelecimentos distribuídos pelo país. Paralelamente ao programa de descarte, foi criada a Casa do Leo Tour, com o objetivo de apresentar ao consumidor de forma lúdica e educativa o ciclo de vida das pilhas: da produção ao descarte correto, reforçando os princípios da economia circular. “Nossos grandes parceiros nesse projeto são as redes varejistas. O caminhão fica alguns dias nos estacionamentos das redes, recolhendo pilhas para descarte e ensinando a população sobre sustentabilidade e a importância do descarte correto. Queremos também, com esse projeto, conscientizar as famílias e as novas gerações para o descarte correto, a economia circular e os benefícios da sociedade como um todo”, conta Luciano Lima, gerente de trade marketing da Panasonic, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News.
Adesão aos Programas de Descarte
Desde o começo de 2025, quando foi iniciado o projeto, a resposta do consumidor e dos varejistas tem sido positiva, segundo a Panasonic. Em apenas três meses, quando foi criada a Casa do Leo Tour, houve um aumento significativo no interesse por informações sobre o descarte correto. “O varejo, por sua vez, tem demonstrado uma grande receptividade, inclusive com a realização de ações conjuntas para ampliar a visibilidade dos pontos de coleta. Estamos muito otimistas com o engajamento que estamos observando. Já impactamos 4 mil pessoas na visita presencial e mais 1 milhão digitalmente”, comenta Luciano. A expectativa da Panasonic é divulgar dados compilados e mais abrangentes no segundo semestre deste ano, mas atualmente, já foram coletadas mais de 4.000 pilhas.
Reaproveitamento para Novas Pilhas
Após a coleta das pilhas, os materiais são encaminhados para triagem e separação, e a Panasonic consegue reinserir parte do material no próprio processo produtivo. De acordo com a indústria, esse ciclo só é completo porque adota critérios rigorosos na seleção de seus fornecedores, incluindo a verificação da presença de metais pesados nas composições e matérias-primas. “No caso do zinco, ele é adquirido de fornecedores que utilizam fontes recicladas, provenientes do processo de logística reversa de pilhas. Esse material é reaproveitado na fabricação de novas pilhas na unidade de São José dos Campos (SP), uma planta com operação neutra em emissões de CO₂”, finaliza Luciano Lima.
No site da Green Eletron, a entidade disponibiliza um “residuômetro” que mostra em tempo real o volume total de eletroeletrônicos e pilhas reciclados no Brasil. Atualmente, esse volume acumulado já ultrapassa de 2.436 milhões de quilos, refletindo o esforço conjunto de diversas ações de coleta e reciclagem em todo o país.
Fonte: Giro News.
Foto: Divulgação / Panasonic.


