Maioria das bolsas está nos programas Pibid e Residência Pedagógica. Editais serão lançados em janeiro e as bolsas estão previstas para início de março, abril e maio.
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Sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) anunciou nesta quinta-feira (12) a criação de 66 mil vagas para a formação de estudantes e professores que lecionam na educação básica.
Serão cinco editais: Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid); Programa Residência Pedagógica; Programa Nacional de Formação de Professores (Parfor); Programa de Desenvolvimento Profissional de Professores de Língua Inglesa nos Estados Unidos ( PDPI) e Programa de Desenvolvimento Profissional de Professores da Educação Básica no Canadá.
“Esses editais ajudam a corrigir problemas históricos da educação brasileira. Professores atuando em uma área de formação diferente da qual ele foi formado. Com isso, a gente vai corrigir um problema e vai aperfeiçoar a formação do professor”, afirmou o presidente da Capes, Anderson Correia.
De acordo com a Capes, as bolsas estão distribuídas da seguinte forma:
- 60 mil bolsas para Programas Pibid e Residência Pedagógica. Os editais serão lançados em janeiro de 2020
- 6 mil vagas no Parfor. Os professores interessados podem se inscrever na Plataforma Capes a partir de 18 de dezembro deste ano
- Mais de 500 vagas formação de docentes no Canadá e nos EUA. Os dois editais serão lançados em dezembro.
As bolsas estão previstas para início de março, abril e maio de 2020.
Segundo o presidente da Capes, haverá bolsas para alunos dos cursos de pedagogia e licenciatura, tutores que coordenam esses trabalhos, professores e coordenadores.
Para o presidente substituto Inep, Camilo Mussi, o programa impacta diretamente nos resultados que o Inep tem nas avaliações.
“Temos a certeza que um professor melhor formado vai impactar nesses índices. Temos hoje cerca de 40% dos professores estão lecionando em matérias que não se formaram. É muito importante que o professor tenha a sua formação e tenha sua reciclagem”, avaliou.


