People touch the virtual interface, the Internet of intelligent thinking or modern technology. With the Internet of Things (IOT), ideas connected to the interface are automated.

Por que a IoT pode causar um colapso nos data centers?

Com milhares de dispositivos conectados, falta infraestrutura e segurança para avançar na evolução tecnológica

People touch the virtual interface, the Internet of intelligent thinking or modern technology. With the Internet of Things (IOT), ideas connected to the interface are automated.

A tecnologia nos tem sido formidável. E isso não é nem exagero: sem ela, metade dos avanços evolutivos não seriam possíveis, posto que é esse um dos nossos principais canais para transgressão ao longo dos anos. Mas isso não significa que ela seja, bem, de fácil manutenção.
Na verdade, graças à tecnologia e a conexão à internet, o verdadeiro transformador desse século , um dos maiores desafios do data centers hoje é lidar com a conexão — um pequeno brinde do boom da Internet das Coisas (IoT).

Evolução e retardo: as barreiras do avanço

Hoje, a maior parte dos itens tecnológicos estão conectados à internet. Passamos a era do limitado acesso do computador e evoluímos os nossos dispositivos a um momento dos ‘smarts’: smartwatches, smartphones, smart TVs. Até a geladeira agora tem acesso à internet.

E esses dispositivos todos, ainda que muito avançados, estão, veja aí a ironia, impedindo o avanço das tecnologias. E com cada vez mais dispositivos conectados, os data centers sofrem para acompanhar a evolução. Segundo estimativa do Gartner, até 2023 o planeta terá cerca de 43 bilhões de tecnologias inteligentes — um número quase seis vezes maior que a atual quantidade de seres humanos na Terra.

Com tamanha quantidade de dispositivos e uma verdadeira transformação ao acesso à internet — a ver pelas possibilidades que o 5G trará — o gerenciamento dos data centers não será nada simples.

Os principais desafios

O primeiro e mais evidente problema vem na otimização da infraestrutura. Muitas vezes a internet se mostra como invisível aos usuários, mas para mantê-la, são necessários inúmeros espaços de servidores. Ou seja, em um mundo muito mais conectado do que já temos hoje, toda a capacidade física de processamento, banda larga e configurações fica mais complexa.

O segundo é um pouco mais discreto, mas igualmente danoso e muito mais arriscado ao usuários de fato. Se em um único dispositivo já são inúmeras as chances de ataques cibernéticos, em uma casa inteligente com cinco a 10 deles, esse risco acaba aumentando muito.
A forma de combater essa ameaça, no entanto, é por meio da cibersegurança — que ainda necessita de muitos investimentos. Isso vale sobretudo para documentos importantes contidos nos dados sensíveis, como RG, CPF e até mesmo investimentos, como o título de capitalização, fundos imobiliários, entre outros.

O viés sustentável

Além de todos esses fatores, o setor de conexão também corre contra o tempo para a sustentabilidade. Pois engana-se quem pensa que todo esse processo é amigável ao meio ambiente: o gasto energético e o descarte de chips, placas e plástico — o famoso lixo eletrônico — causa um mal danado ao planeta.

Assim, essa também é uma grande preocupação do mundo moderno, posto que as pautas de sustentabilidade estão cada vez mais presentes no cotidiano das empresas e na preferência dos consumidores.

Fonte: IPNEWS

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